sábado, 3 de julho de 2010

O TSE define o que pode e o que não pode na campanha eleitoral

  • O TSE(Tribunal Superior Eleitoral) definiu, por meio de Resolução, as regras de propaganda eleitoral, para as eleições deste ano.
    Confira os principais itens da resolução sobre propaganda eleitoral:
    1) Faixas, placas, cartazes, impresos, pinturas ou inscrições, inclusive em muros, devem ter tamanho máximo de 4m2, qualquer que seja o formato.
    2) É permitida a propaganda eleitoral em bem particular de apenas um candidato para cada cargo em disputa, exceto para o cargo de senador, sendo permitida a propaganda de dois candidatos.
    3) Bem particular pode expor propaganda de mais de um candidato, mas desde que o tamanho não exceda quatro metros quadrados.
    4) A identificação da sede do comitê do candidato não pode exceder quatro metros quatrados
    5) É permitida a exibilção, através de telões e aparelhos de sonorização fixados em palanque, de jingles e vinhetas do candikdato, partido ou coligação e ou videoclipe musical no inicio e fim do evento, bem como nos intervalos das falas dos candidatos, desde que não se configurem em showmício.
    6) Nos jingles, vinhetas e videoclipes musicais é vedada a manifestação de artistas, músicos ou profissionais de entretenimento.
    7) Nas sedes de partido, coligação e de comitê de candidato é proibida a apresentação de artistas, pagos ou não.
    8) Cabo eleitoral contratado pelo candidato, partido ou coligação pode usar como uniforme camiseta ou boné, mas apenas com a logomarca do partido opu coligação, sendo proibidos imagem, nome e número do candidato.
    9) É permitida a veiculação de propaganda eleitoral por meio de botton ou botton-adesivo, cuja dimensão não exceda a 36 cm2.
    10) Configura ajuda a realização de reunião eleitoral com oferecimento de alimentação e ou bebida. Alimentação só deve ser servida a funcionários e cabos eleitorais regularmente contratados pelo comitê.
    11)Reuniões deve ser convocadas com o objetivo claro, para que participantes são sejam surpeendidos pela finalidade eleitoal do ato.
    12) É proibida a propaganda eleitoal por meio de engenho publicitário mecânico móvel, tipo reboque, ou em carroeceria montada, tranpostando painel de natureza similar a de um outdoor, quando estacionado em via pública ou em circulação.
    13) E proibida a propaganda em veículo estacionado nas vias públicas com alto-falante ou amplificador ligados.
    14)As emissoras de rádio e televisão poderão realizar entrevistas com candidatos inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, desde que seja dado espaço igual a todos.
    15) A partir de 3 de julho fica proibida a veiculação de propaganda institucional no site do governo, mesmo que relativos a atos administrativos;
    16)Proibida a propaganda em táxi, ônibus, transporte alternativo ou veículo particular a servido do poder público.
    17) Proibida a propaganda em engenhos publicitáios como paines eletrônicos backligth, tri-show, front-light, mídia board e que se enquadrem em conceitos de outdoor.
    18) Fica liberada a confecção, distribuição e usitlização de displays, bandeirolas e flâmulas em veículos particulares.
    De acordo com a resolução, a responsabilidade por propaganda eleitoral irregular é de empresa ou agência contratada pelos partidos ou coligações para a publicidade, mas os candidatos também podem ter problemas.
  • Conclat - Manifesto conjunto acerca do conclat e propostas

    Manifesto acerca do Congresso da Classe Trabalhadora - Conclat - e sua recomposição Em reunião nacional ampliada, realizada no dia 26 de junho de 2010, na cidade de São Paulo, dirigentes de sindicatos e movimentos populares da Intersindical, Unidos Prá Lutar, Terra Livre, MAS, Pastoral Operária Metropolitana de S Paulo, TLS e setores independentes de diversos sindicatos, debateram os fatos que se deram no Conclat e os signatários consideram: 1. A necessidade de resistir à ofensiva dos governos e dos patrões, em um cenário no qual as diversas centrais sindicais brasileiras aderiram à política que garante a manutenção da ordem capitalista - atuando como porta-vozes do governo federal e aliados - torna imprescindível a construção de um novo instrumento de luta da classe trabalhadora: uma central sindical e popular, reunindo o conjunto dos que vivem do trabalho. 2. Que a central precisa ser construída aglutinando amplos setores da classe, para lutar e intervir na vida real em defesa dos direitos, das condições dignas de vida e trabalho e buscar transformar a realidade brasileira. Para isso, essa central a ser construída deve estabelecer e resguardar, em sua política e funcionamento, alguns princípios fundamentais. Em primeiro lugar, deve respeitar a independência e autonomia de classe. Este respeito deve refletir-se na independência e autonomia em relação aos governos, aos patrões e também aos partidos políticos. Se não é independente é dependente! Sem isso, pode tomar-se natural passar por cima das necessidades da classe e voltar-se aos interesses dos indivíduos e forças políticas que ocasionalmente dirigem a central. Em segundo lugar, a nova central deve funcionar respeitando a democracia operária. Não se pode confundir democracia operária com democracia representativa, principalmente sem representação da base para tomar decisões acerca de questões não debatidas amplamente. A democracia operária não é um princípio que se traduz na vitória burocrática de uma maioria pontual sobre uma minoria eventual, particularmente quando da fundação de um novo instrumento. Nesta situação deve-se buscar a construção de consensos e, quando estes não se fizerem possíveis, deve tomar decisões com base em maioria qualificada. Nesse momento de profundas dificuldades para reorganizar os trabalhadores e trabalhadoras em torno de projetos comuns de enfrentamento ao capitalismo, quando a fragmentação e a fragilidade das lutas aprofundam as desconfianças, construir as decisões de forma unitária é absolutamente necessário. Em terceiro lugar, acreditamos que deva haver compromisso com a ampliação da luta e da unidade na ação cotidiana, em todo o País. Para lutar na defesa dos direitos e das reivindicações imediatas e históricas é necessária a conformação de um campo mais amplo, através de um fórum nacional de mobilizações, que sem ser orgânico, possa aglutinar os mais diversos movimentos para ampliar a luta social no Brasil. Por último, acreditamos que a construção de uma central nova deva envolver a diferenciação simbólica com as experiências anteriores. Para nós, a nova central deve passar ao conjunto da classe trabalhadora a mensagem de que representa, de fato, algo novo no cenário nacional. A superação das experiências constituídas nos últimos anos deve estar espelhada em cada um dos símbolos de uma central sindical e popular que se propõe a representar, aglutinar e organizar os trabalhadores e trabalhadoras. Tínhamos uma enorme expectativa em relação ao Congresso da Classe Trabalhadora que se realizou em Santos, nos dias 5 e 6 de junho. A presença de milhares de ativistas, que organizaram o debate com outros milhares de trabalhadores e trabalhadoras na base e se fizeram presentes ao Conclat, parecia ser a garantia de um processo vitorioso de construção de uma nova central. Mas inúmeros problemas se estabeleceram ao longo do processo de debates, revelando a incapacidade política de uma construção unitária, não excludente. A forma como foi encaminhado o congresso foi, consciente ou inconscientemente, preparada para mostrar um lado “vencedor” e outro lado “perdedor”. Mas nenhuma foi tão crucial quanto a imposição do nome da central, que foi a gota d’água. Qualquer nome seria aceito, exceto o que expressava a justaposição de apenas duas experiências que apesar de importantes, mas limitadas e insuficientes, se esforçaram, com outros setores para construir uma unidade maior. Muitas organizações participaram do processo de construção do congresso. Sete organizações se colocaram como convocantes. Destas, cinco eram contrárias ao nome imposto sem nenhum debate nos dois seminários nacionais, nos mais de 25 seminários estaduais, nem tampouco nas centenas de assembléias de base que reuniram os trabalhadores e trabalhadoras para delegar representação para o congresso. Mesmo na Conlutas, muitos companheiros e companheiras eram contrários a esta imposição burocrática. Os impasses que se tornaram mais evidentes ao “final” do Congresso dizem respeito a diferenças na concepção de central e, principalmente, diferenças na concepção de democracia operária, das quais a polêmica sobre o nome foi apenas a expressão formal. Isso não é insignificante, é fundamental e por isso travou a continuidade do processo. Com este nome ficou demonstrado que se tentava impor ali não uma nova organização, mas sim a mesma organização – nitidamente insuficiente para a luta de classes. O desfecho do Congresso foi uma derrota para a classe trabalhadora. Os mais de 40% que saíram, o fizeram porque diante destes fatos não estavam garantidas as condições para fundar uma nova central com funcionamento efetivamente democrático. Avaliando estes elementos, acreditamos que a construção de uma nova central sindical e popular não se encerrou neste Congresso da Classe Trabalhadora. Trata-se ainda de um processo em curso. E, apostando neste processo, acreditamos que a recomposição de todos os setores que convocaram o Conclat rumo à unidade em uma mesma central sindical e popular passa basicamente por: 1.Sobre o nome: nossa proposta é Central Sindical e Popular. Estamos dispostos a aceitar outros nomes, desde que sejam nomes e logotipos novos que expressem o processo de ampliação necessário para uma central classista. 2. Funcionamento democrático:a) Funcionamento com base em decisões consensuais, constituição de acordos.b) Discutir o funcionamento da central em todos seus níveis e estruturações sob esta base.c) Questões de princípios e de concepção não vão a voto.d) Em última instância, esgotado o debate e verificada a impossibilidade de consenso, garantir quórum qualificado de 2/3 para decisões políticas.3. Composição da Secretaria Executiva, Suplentes e Conselho Fiscal- Composição destas instâncias expressando os 40% que este campo representa no Conclat, com base no acordado no congresso (executiva de 27 efetivos e 08 suplentes, 03 efetivos e 03 suplentes do Conselho Fiscal), respeitando o critério da proporcionalidade direta e qualificada;4. Estatutosa) Reafirmamos todos os consensos e encaminhamentos definidos até o momento da imposição da votação do nome. Não reconhecemos o que foi votado após este momento, inclusive a votação do nome. O que não foi acordado/discutido nas negociações, ou foi aprovado após nossa saída, será submetido a processo de debate com definição consensual até o final de 2010. b) Necessidade de regulamentar como se dará a participação dos estudantes e dos movimentos contra a opressão no congresso e em todas as instâncias, de forma a garantir o respeito ao limite de 5% da soma de seus representantes.c) As coordenações estaduais indicarão executivas estaduais provisórias até a realização de congressos estaduais.Ressaltamos que qualquer que seja o resultado do processo de recomposição, o debate com o conjunto das nossas entidades de base e militância é elemento fundamental para cada passo e qualquer definição.Apontamos a necessidade de unificar as campanhas salariais e reafirmamos nosso apoio às greves, como a do judiciário paulista, nossa mobilização contra a mudança do Código Florestal que visa ampliar a devastação ambiental, nossa participação no Grito dos Excluídos e no plebiscito popular pela limitação da propriedade rural. É preciso retomar o debate sobre a questão da dívida pública, e defender a reforma urbana através de investimentos vigorosos na estrutura urbana. Reafirmamos a necessidade de lutar: pelo fim do fator previdenciário; contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza; contra a precarização, lutando pela redução da jornada de trabalho e o fim da terceirização; pela valorização do serviço público, combatendo o congelamento dos investimentos e dos salários e as diversas formas de privatizações. INTERSINDICALUNIDOS PRÁ LUTARTLSMESINDEPENDENTES

    --
    ANTONIO JACINTO ÍNDIO
    (61) 8150-9670 / 8214-7340 / 8613-4530(61) 3041-5877

    sexta-feira, 2 de julho de 2010

    Veja nominata de candidatos do PSOL para as eleições 2010

    Segue abaixo a lista oficial de candidatos do PSOL para as eleições 2010.
    GOVERNADORProfessor Valmir MartinsVice: Marcos Alves Soares
    SENADOR
    Paulo Afonso Piovezan
    Suplentes: Hartmut Kraft (Blumenau) e Cesar Regis (Florianópolis)
    Deputados Estaduais
    Aldir Floriano BIGUAÇUAndré Pacheco BRUSQUEAníbal Nunes Pires FLORIANÓPOLISCésar Régis FLORIANÓPOLISCristiano Florêncio ITAPEMADari Diehl BLUMENAUGilson Vieira ITAJAÍJosé Salvador MAFRANelson Scapini GOV. CELSO RAMOSNestor Ribeiro LAGESTânia Ramos FLORIANÓPOLISVitalino Ramos CONCÓRDIAWillian Conceição JOINVILLE
    Deputados FederaisIvan Rocha JOINVILLELeonel Camasão JOINVILLEGert Schinke FLORIANÓPOLISNilton Junior CRICIÚMA


    Fonte: http://www.psolsc.org.br/noticias/veja-nominata-de-candidatos-do-psol-para-as-eleicoes-2010.html

    quarta-feira, 30 de junho de 2010

    Emissários submarinos são desnecessários,

    por Gert Schinke*
    No artigo publicado nesta coluna, o Presidente da CASAN, Sr. Walmor de Luca,
    ressalta um suposto “desconhecimento sobre o funcionamento dos emissários
    submarinos”. Apressada conclusão. Sofisma 1: afirma ele que constituem um
    “tratamento adequado”. Os emissários NÃO SÃO equipamentos de tratamento de
    esgotos, mas emissores de efluentes já tratados, supostamente bem tratados, quesito
    no qual a companhia que dirige se mostra precária. Sofisma 2: afirma que as águas
    marítimas têm a “magnífica capacidade de autodepuração ao promoverem a diluição,
    dispersão e a decantação de cargas poluentes”. Parte ele da premissa, portanto, que
    os esgotos não estão devidamente bem tratados ao serem lançados, embora mais
    adiante afirma que as futuras ETEs do Campeche e de Ingleses darão tratamento
    secundário e terciário aos mesmos. Infere-se, pois, que serão inertes, não acarretando
    poluição. Mas, se não causarão poluição, porque lançá-los no mar? Não seria mais
    lógico dispersar esta água doce tratada nas cabeceiras dos rios próximos as ETEs,
    realimentando os lençóis freáticos para fechar o ciclo? Assim os emissários seriam
    dispensados. Nos brinda com o silogismo: “em Laguna um emissário funciona há mais
    de 10 anos sem causar quaisquer problemas de balneabilidade”. Logo, em
    Florianópolis, também não causará problemas. A questão não se resume a
    baleabilidade, mas sim ao impacto global na orla, já por demais afetada. A premissa
    nos induz a crer que o mar ainda suporta impactos, desde que suaves, na contramão
    do que o mundo apregoa – deixá-lo em paz. O modelo centralizado proposto pela
    CASAN, é o fator determinante para a concentração dos efluentes e só interessa às
    empreiteiras, aos atores políticos envolvidos e às empresas avessas ao
    monitoramento de seus resultados. Mutatus mutandis, no modelo descentralizado,
    os efluentes são totalmente absorvidos lá onde a natureza pode realizar esse serviço
    ambiental. E de graça. Ecologicamente sustentável e valendo-se da
    complementaridade de sistemas de tratamento, respeita as bacias hidrográficas, é
    menos energívoro, além de ser, em muitos casos, mais barato. Em paródia, tomara
    que Florianópolis jamais chegue onde o Rio de Janeiro e outras capitais já estão há
    muito tempo. Aqui poderíamos fazer melhor.
    *ecologista

    segunda-feira, 21 de junho de 2010

    Fundador do PT, em greve de fome, é atendido pelo serviço médico da Câmara


    Brasília - Um dos fundadores do PT nacional, Manoel da Conceição, que faz greve de fome junto com o deputado Domingos Dutra (PT-MA), passou mal na noite de ontem (15) e foi atendido no Departamento Médico da Câmara.
    Ele tem sido acompanhado pela equipe médica da Câmara e por assessores, que monitoram sua saúde. Há cinco dias, Manoel da Conceição iniciou a greve de fome em protesto contra a intervenção do diretório nacional do partido no Maranhão.

    O PT nacional decidiu apoiar a candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do estado e anular a decisão do diretório estadual em favor da candidatura do deputado Flávio Dino (PCdoB).

    Flávio Dino pediu a Manoel da Conceição que acabe com a greve de fome. "Ele tem 75 anos, é um herói da luta contra a ditadura, fundador do PT. Está doente, pode morrer a qualquer momento", disse.

    Manoel da Conceição foi preso, torturado e exilado durante a ditadura militar. Teve uma perna amputada porque foi alvo de tiros da polícia na época.

    "Só saio daqui para o cemitério, ou se o PT suspender a decisão que tomou. Enfrentei 20 anos de ditadura, não vou enfrentar isso?", disse o militante.

    Desde sexta-feira (11), o deputado Domingos Dutra está no plenário da Câmara bebendo apenas água mineral e água de coco. Ele dorme em um colchão e usa o banheiro dos servidores da limpeza. Dutra disse que já emagreceu mais de três quilos no período.

    "Nunca fui de comer muito mesmo", afirmou.

    16/06/2010

    Priscilla Mazenotti é repórter da Agência Brasil
    http://www.socialismo.org.br/portal/politica/48-noticia/1564-fundador-do-pt-em-greve-de-fome-e-atendido-pelo-servico-medico-da-camara

    quinta-feira, 10 de junho de 2010

    MOSAL- CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKô







    deraquel macruz
    pararaquel macruz

    data10 de junho de 2010 10:36
    assunto MOSAL- CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKO
    enviado porgmail.com
    assinado porgmail.com

    ocultar detalhes 10:36 (5 horas atrás)



    OLÁ A TODOS!!!!

    O MOSAL ATINGIU OS OBJETIVOS ESPERADOS COM A CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKÔ NA PRAIA MOLE NO ÚLTIMO DIA 23 DE MAIO!!!!
    DISTRIBUÍMOS 1000 FOLHETOS EXPLICATIVOS DA QUESTÃO DOS EMISSÁRIOS NA ILHA E A EQUIPE SE ESMEROU, CONVERSANDO E ESCLARECENDO A TODOS SOBRE A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DESCENTRALIZADO DE SANEAMENTO PARA A PRESERVAÇÃO DE NOSSAS ÁGUAS E SAÚDE NA CIDADE- SEM GRANDES ETES E EMISSÁRIOS!.

    A MAIORIA QUE LÁ SE ENCONTRAVA NÃO TINHA CONHECIMENTO SOBRE O PROBLEMA!



    UM BEIJO A TODOS

    RAQUEL




    http://www.sulboard.com.br/portal/?c=noticias.noticia&cod=120

    sábado, 5 de junho de 2010

    Suspenso o corte de cinco árvores na Beira Rio‏

    Cinco árvores apenas são mantidas na Beira Rio simbolicamente um questionamento do avanço do poder econômico sobre a natureza. A cidade de Blumenau está construindo sua próxima crise sócia ambiental, quando vai ter 500 ou 700 mm fluviais pluviométricos, ninguém poderá saber. Mas que o que se está fazendo em torno da cidade, desrespeitando limites ambientais está cada vez mais intensificado, o que se viu em 1983, obteve numericamente um aumento significativo de dois mil desabrigados para mais de sete mil diretamente atingidos pelos diversos eventos. Todas as situações apresentadas em dois mil e oito, parece estarem adormecidas na memória, como ideologia dominante, de algo que não vai mais acontecer. Esquecer o fato não faz com que desapareça por si só o problema, que o trabalho é a garantia da recuperação no sentido de se resolver de imediato. Mas a mesma ação motivada, pelo fazer puro, de tem que fazer, sem planejamento, e nem levando em conta a realidade concreta, essas racionalidades teocêntricas, antropocêntricas estão escondendo a realidade, uma nova concepção de relação social e ambiental, é a centralidade ambientais ecocentricas. Ação ecocentica baseada em concepções de relações sociais e ambientais, esse fato sócio ambiental novo, em que diminua as diferenças de classe. Racionalidade ecocentrica de ação ambientalista e de fato o ser humano novo, propiciando o equilíbrio e o respeito aos limites ambientais. A cidade está incerida no sistema capitalista, e como tal rege-se pelos interesses dos mesmos, como convencer gente sedenta de lucro para si, em incorporar os limites ambientais¿ Quantas árvores foram cortadas para que as nossas casas possam existir como ponto fixo de nossas caixas postais¿ morarem e morar bem é uma máxima do capitalismo, um bom bairro, não importando para esse consumo ideal se estamos sacrificando nascentes, árvores ou fauna além da flora natural do bioma da floresta atlântica.
    50 mil coliformes fecais no Rio Itajaí – Açu ...




    O que poderá acontecer com a Beira Rio - 'desastre' é o que


    De: janilson (janilson.loterio@terra.com.br)
    Na data de ontem, 03 de junho, foi presenciado pela ACAPRENA o corte de 5 árvores, entre elas dois ipês-roxos árvore-símbolo de Blumenau, próximas à ponte do Castelinho na Beira Rio, o que resultou num embargo imediato pela Polícia Militar a pedido do Ministério Público Estadual.

    Devido à isso a Promotoria estadual convocou reunião para hoje a tarde, 04 de junho de 2010, na qual estiveram presentes: promotor do Ministério Público Estadual Dr. Luciano T. Naschenweng, Dr. Ricardo Donini Procurador da República, Leocarlos Sieves presidente da ACAPRENA, Robson Tomazoni presidente da FAEMA e o Capitão Alexsandro Cravo Kalfeltz da Polícia Ambiental.

    Nesta reunião decidiu-se pela proibição total de qualquer corte de árvore na Avenida Beira Rio. Tal deliberação será fiscalizada pela FAEMA e Polícia Ambiental.