O coletivo tem sentido de ação da Coletividade, a sociedade, a massa, o coletivo exprime aquilo que é próprio de um grupo. O coletivo quando ocorre sociedade, consciência coletiva – implica ação solidária do coletivo, A origem das palavras coletividade coletividad; também coletivo colectivo.
As pessoas vivem sofrendo individualmente por não encontrarem soluções imediatas, a necessidade de organização coletiva para renovar as esperanças.
A esperança necessita pensar e agir coletivamente, a cada um segundo necessidades, capacidades ou desejo e vontades.
O coletivo faz a aliança, ou é a aliança de tendências de grupos e indivíduos independentes na defesa dos mesmos.
Para que aja um consenso coletivo ou alguma coisa nesse sentido de coletivo, é necessário o debate permanente e poderá no processo construindo, e auto-construindo o coletivo.
Só o debate poderá construir o consenso necessário para existir o coletivo.
Esse debate consiste o dialogo entre as idéias e tendências de idéias, indivíduos e grupos.
Dificuldades podem atrapalhar o coletivo, o personalismo é outro entrave em chegar em consenso, uma coisa é negociar interesses o coisa princípios.
O último não tem como negociar, princípio é princípio. Defendemos a base, somos basistas, mas a base precisa ser organizada.
Somos basistas autênticos, mas as dificuldades estão atrapalhando nossos planos, precisamos de tempo e só o tempo que dirá se acertamos sobre os camaradas.
Defender pela base a ação, debate, deliberação; e negar totalmente qualquer deliberação do coletivo possível o que existe.
Significa estagnação é tudo ou nada, precisamos ter jogo de cintura, e mesmo o coletivo que for ampliado continuará a disputa.
Todo cuida é necessário para impedir o oportunismo e a imposição de lideranças e nem o coletivo sobre os indivíduos.
Fazer pela base é muito mais complexo do que dizer que é de um coletivo, o coletivismo exige muito mais do que o dialogo, ceder para ter o consenso.
Para não virar jogo, quando vira jogo de quem mais pode, quem mais sabe etc. que é o que não queremos. O risco de ficar só debatendo contrapondo e ficar só nisso e o coletivo se perde, ou simplesmente o coletivo ser a vontade de um ou alguns.
Obter a consciência coletiva é o desafio e é isso que estou buscando no coletivo, trabalho de sensibilização para chegar a esse coletivo almejado.
Nesse sentido de busca de nossos objetivos e interesses precisamos o coletivo da sociedade que se constitui em uma coletividade de uma parte da sociedade se organiza num partido político.
Partido Político é um grupo social que representa um coletivo, que é dotado de força política, situação expressa ou tacitamente na ordenação jurídica, e que pretende ou detém poder político com a finalidade de orientar, dirigir e controlar atividades estruturais do Estado.
Outra definição formação que agrupam os homens da mesma opinião para assegurar-lhes uma influencia efetiva na gestão dos assuntos coletivos a cerca da Política e do Estado. Outra definição ainda é de quem são grupos formados sob a influencia de convicções comuns voltadas para certos fins políticos, que se esforçam para realizar. Poder ainda ser definida como uma formação social espontânea que tem como base uma concepção política ou interesses políticos comuns, e que se propõe a conquista do poder.
Outro debate é a importância dos Partidos POLÍTICOS, é necessário para a democracia funcionar, a participação direta na sociedade em conselhos possa e deve exercer o controle social sobre as ações dos Partidos Políticos no Estado.
A crítica a demagogia é necessária para podermos exercer a crítica da coletividade e o coletivismo que o coletivo proporciona numa analise de conjuntura sobre a realidade e sua dinâmica.
A articulação do coletivo em seu próprio beneficio é um desafio constante em garantir que o poder seja exercido da melhor maneira e voltadas para o interesse da coletividade, que esse debate não pare para num continuo método de dialética em analise da realidade se possa compreender e interagir com críticas e ações coletivas.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
COLETIVO
O coletivo tem sentido de ação da Coletividade, a sociedade, a massa, o coletivo exprime aquilo que é próprio de um grupo. O coletivo quando ocorre sociedade, consciência coletiva – implica ação solidária do coletivo, A origem das palavras coletividade coletividad; também coletivo colectivo.
As pessoas vivem sofrendo individualmente por não encontrarem soluções imediatas, a necessidade de organização coletiva para renovar as esperanças.
A esperança necessita pensar e agir coletivamente, a cada um segundo necessidades, capacidades ou desejo e vontades.
O coletivo faz a aliança, ou é a aliança de tendências de grupos e indivíduos independentes na defesa dos mesmos.
Para que aja um consenso coletivo ou alguma coisa nesse sentido de coletivo, é necessário o debate permanente e poderá no processo construindo, e auto-construindo o coletivo.
Só o debate poderá construir o consenso necessário para existir o coletivo.
Esse debate consiste o dialogo entre as idéias e tendências de idéias, indivíduos e grupos.
Dificuldades podem atrapalhar o coletivo, o personalismo é outro entrave em chegar em consenso, uma coisa é negociar interesses o coisa princípios.
O último não tem como negociar, princípio é princípio. Defendemos a base, somos basistas, mas a base precisa ser organizada.
Somos basistas autênticos, mas as dificuldades estão atrapalhando nossos planos, precisamos de tempo e só o tempo que dirá se acertamos sobre os camaradas.
Defender pela base a ação, debate, deliberação; e negar totalmente qualquer deliberação do coletivo possível o que existe.
Significa estagnação é tudo ou nada, precisamos ter jogo de cintura, e mesmo o coletivo que for ampliado continuará a disputa.
Todo cuida é necessário para impedir o oportunismo e a imposição de lideranças e nem o coletivo sobre os indivíduos.
Fazer pela base é muito mais complexo do que dizer que é de um coletivo, o coletivismo exige muito mais do que o dialogo, ceder para ter o consenso.
Para não virar jogo, quando vira jogo de quem mais pode, quem mais sabe etc. que é o que não queremos. O risco de ficar só debatendo contrapondo e ficar só nisso e o coletivo se perde, ou simplesmente o coletivo ser a vontade de um ou alguns.
Obter a consciência coletiva é o desafio e é isso que estou buscando no coletivo, trabalho de sensibilização para chegar a esse coletivo almejado.
Nesse sentido de busca de nossos objetivos e interesses precisamos o coletivo da sociedade que se constitui em uma coletividade de uma parte da sociedade se organiza num partido político.
Partido Político é um grupo social que representa um coletivo, que é dotado de força política, situação expressa ou tacitamente na ordenação jurídica, e que pretende ou detém poder político com a finalidade de orientar, dirigir e controlar atividades estruturais do Estado.
Outra definição formação que agrupam os homens da mesma opinião para assegurar-lhes uma influencia efetiva na gestão dos assuntos coletivos a cerca da Política e do Estado. Outra definição ainda é de quem são grupos formados sob a influencia de convicções comuns voltadas para certos fins políticos, que se esforçam para realizar. Poder ainda ser definida como uma formação social espontânea que tem como base uma concepção política ou interesses políticos comuns, e que se propõe a conquista do poder.
Outro debate é a importância dos Partidos POLÍTICOS, é necessário para a democracia funcionar, a participação direta na sociedade em conselhos possa e deve exercer o controle social sobre as ações dos Partidos Políticos no Estado.
A crítica a demagogia é necessária para podermos exercer a crítica da coletividade e o coletivismo que o coletivo proporciona numa analise de conjuntura sobre a realidade e sua dinâmica.
A articulação do coletivo em seu próprio beneficio é um desafio constante em garantir que o poder seja exercido da melhor maneira e voltadas para o interesse da coletividade, que esse debate não pare para num continuo método de dialética em analise da realidade se possa compreender e interagir com críticas e ações coletivas.
As pessoas vivem sofrendo individualmente por não encontrarem soluções imediatas, a necessidade de organização coletiva para renovar as esperanças.
A esperança necessita pensar e agir coletivamente, a cada um segundo necessidades, capacidades ou desejo e vontades.
O coletivo faz a aliança, ou é a aliança de tendências de grupos e indivíduos independentes na defesa dos mesmos.
Para que aja um consenso coletivo ou alguma coisa nesse sentido de coletivo, é necessário o debate permanente e poderá no processo construindo, e auto-construindo o coletivo.
Só o debate poderá construir o consenso necessário para existir o coletivo.
Esse debate consiste o dialogo entre as idéias e tendências de idéias, indivíduos e grupos.
Dificuldades podem atrapalhar o coletivo, o personalismo é outro entrave em chegar em consenso, uma coisa é negociar interesses o coisa princípios.
O último não tem como negociar, princípio é princípio. Defendemos a base, somos basistas, mas a base precisa ser organizada.
Somos basistas autênticos, mas as dificuldades estão atrapalhando nossos planos, precisamos de tempo e só o tempo que dirá se acertamos sobre os camaradas.
Defender pela base a ação, debate, deliberação; e negar totalmente qualquer deliberação do coletivo possível o que existe.
Significa estagnação é tudo ou nada, precisamos ter jogo de cintura, e mesmo o coletivo que for ampliado continuará a disputa.
Todo cuida é necessário para impedir o oportunismo e a imposição de lideranças e nem o coletivo sobre os indivíduos.
Fazer pela base é muito mais complexo do que dizer que é de um coletivo, o coletivismo exige muito mais do que o dialogo, ceder para ter o consenso.
Para não virar jogo, quando vira jogo de quem mais pode, quem mais sabe etc. que é o que não queremos. O risco de ficar só debatendo contrapondo e ficar só nisso e o coletivo se perde, ou simplesmente o coletivo ser a vontade de um ou alguns.
Obter a consciência coletiva é o desafio e é isso que estou buscando no coletivo, trabalho de sensibilização para chegar a esse coletivo almejado.
Nesse sentido de busca de nossos objetivos e interesses precisamos o coletivo da sociedade que se constitui em uma coletividade de uma parte da sociedade se organiza num partido político.
Partido Político é um grupo social que representa um coletivo, que é dotado de força política, situação expressa ou tacitamente na ordenação jurídica, e que pretende ou detém poder político com a finalidade de orientar, dirigir e controlar atividades estruturais do Estado.
Outra definição formação que agrupam os homens da mesma opinião para assegurar-lhes uma influencia efetiva na gestão dos assuntos coletivos a cerca da Política e do Estado. Outra definição ainda é de quem são grupos formados sob a influencia de convicções comuns voltadas para certos fins políticos, que se esforçam para realizar. Poder ainda ser definida como uma formação social espontânea que tem como base uma concepção política ou interesses políticos comuns, e que se propõe a conquista do poder.
Outro debate é a importância dos Partidos POLÍTICOS, é necessário para a democracia funcionar, a participação direta na sociedade em conselhos possa e deve exercer o controle social sobre as ações dos Partidos Políticos no Estado.
A crítica a demagogia é necessária para podermos exercer a crítica da coletividade e o coletivismo que o coletivo proporciona numa analise de conjuntura sobre a realidade e sua dinâmica.
A articulação do coletivo em seu próprio beneficio é um desafio constante em garantir que o poder seja exercido da melhor maneira e voltadas para o interesse da coletividade, que esse debate não pare para num continuo método de dialética em analise da realidade se possa compreender e interagir com críticas e ações coletivas.
domingo, 24 de janeiro de 2010
PSOL decide lançar candidatura própria
A Executiva Nacional do PSOL decidiu nesta quinta-feira encerrar as conversas com o PV sobre um eventual apoio à candidatura de Marina Silva à Presidência da República. A decisão partiu da resolução recente do Diretório Nacional do partido que havia definido critérios para uma possível coligação com o PV. Entre eles, a necessidade de independência política da candidatura Marina e disposição de enfrentar a polarização conservadora entre PT e PSDB. Para isso, além de uma linha geral à esquerda, a proposta apresentada estabelecia candidaturas nos estados não alinhadas a nenhum dos blocos que fazem parte tanto do governo como da oposição de direita. Com a decisão do PV de se coligar no estado do Rio de Janeiro com o PSDB as possibilidades de um acordo, que já eram consideradas difíceis, tornaram-se inviáveis, uma vez que essa decisão expressa uma política deliberada de não enfrentar a polarização conservadora no plano nacional.
Encerradas as conversas com o PV, o PSOL se concentra agora no processo de construção e decisão sobre sua candidatura própria. O partido deve seguir nas conversações com o PSTU e o PCB e com setores dos movimentos sociais e da intelectualidade dispostos a construir uma alternativa de esquerda para as eleições de 2010.
Além disso, a Executiva deliberou por um calendário de debates entre os pré-candidatos a presidente em todas as regiões do país.
A Executiva deliberou também pela convocação de uma Conferência Eleitoral Nacional para os dias 10 e 11 de abril de 2010, com debates preparatórios desde os núcleos de base e diretórios municipais, passando por etapas estaduais.
Até o momento três pré-candidaturas a presidente foram apresentadas, a do ex.deputado federal Plínio Arruda Sampaio, a do ex. deputado federal Babá e a do presidente do PSOL de Goiás, Martiniano Cavalcante.
Encaminhamos em anexo os documentos produzidos pela Executiva Nacional do PSOL durante sua 15ª Reunião Ordinária, realizada no dia 21 de janeiro de 2010, em Brasília-DF.
Os documentos tratam, na seguinte ordem:
1. Resolução da Executiva Nacional do PSOL sobre o PV;
2. Convocatória da 3ª Conferência Eleitoral do PSOL;
3. Calendário de debates entre os pré-candidatos
--
ANTONIO JACINTO ÍNDIO
(61) 8150-9670
(61) 3041-5877
Acesse:
www.psol.org.br
Encerradas as conversas com o PV, o PSOL se concentra agora no processo de construção e decisão sobre sua candidatura própria. O partido deve seguir nas conversações com o PSTU e o PCB e com setores dos movimentos sociais e da intelectualidade dispostos a construir uma alternativa de esquerda para as eleições de 2010.
Além disso, a Executiva deliberou por um calendário de debates entre os pré-candidatos a presidente em todas as regiões do país.
A Executiva deliberou também pela convocação de uma Conferência Eleitoral Nacional para os dias 10 e 11 de abril de 2010, com debates preparatórios desde os núcleos de base e diretórios municipais, passando por etapas estaduais.
Até o momento três pré-candidaturas a presidente foram apresentadas, a do ex.deputado federal Plínio Arruda Sampaio, a do ex. deputado federal Babá e a do presidente do PSOL de Goiás, Martiniano Cavalcante.
Encaminhamos em anexo os documentos produzidos pela Executiva Nacional do PSOL durante sua 15ª Reunião Ordinária, realizada no dia 21 de janeiro de 2010, em Brasília-DF.
Os documentos tratam, na seguinte ordem:
1. Resolução da Executiva Nacional do PSOL sobre o PV;
2. Convocatória da 3ª Conferência Eleitoral do PSOL;
3. Calendário de debates entre os pré-candidatos
--
ANTONIO JACINTO ÍNDIO
(61) 8150-9670
(61) 3041-5877
Acesse:
www.psol.org.br
sábado, 9 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
O que fazer?
Somos a Esquerda ou devemos esperar por outra sigla¿
Osni Valfedo Wagner
Estruturalismos e reestruturalismos: A moda pegou a nova esquerda em refundar, refundar o que acaba ter ser fundado, esse eterno dilema refundar e ou restruturar, como se fosse tudo simples, uma coisa complexas e que leva tempo para estruturar.
As estruturas que os governos têm hoje é de partidos de direita, distribuição de cargos e funcionários compra de votos em mensalões, bocas de urnas e ai pra fora. Com os episódios de Luciana Genro em fazer aliança com a direita, e o dinheiro do privado, demonstra que as estruturas dos nossos partidos estão no mesmo caminho dos atuais governos. Será que não temos capacidade em criar algo diferente das politicagens tradicionais, dos clientelismos e populismos enraizados na nossa cultura do paternalismo, do clientelismo. Essa estrutura podre do poder do centralismo, do patrimonialismo que vigora tanto na ‘real politiquismo’ de um brasileirismo, do profissionalismo, do imediatismo. Refundar o que¿ Reestruturar o que¿ Penso que precisamos refundar à esquerda nesse país antes de mais nada, parar de brincar de esquerda, justificar o que se faz ou fazer de conta que se é vanguarda; Reestruturar a esquerda brasileira é urgente! Os trabalhadores estão desprotegidos, com os governos que não vêem saída para resolver os paradigmas da classe; Vejo as mesmices com cara de novo, se é para fazer o que a direita faria sozinha deixa que ela faça por si. Temos soluções paliativas e daí se entende o porquê em parte Heloisa Helena para defendê-la a Luciana Genro e logo em seguida Marina Silva, e pouco antes tinha dito que o PT e o Governo Lula tinham avanços, não quero dizer que podemos considerar todas essas hipóteses. O que é péssimo é a tática em perder a possibilidade em avançar com o a Frente de Esquerda alias em 2006 a personalismo do helenismo propunha aliança com PDT à chamada aliança democrática, o PSOL nasce nessa dualidade parlamentar e militante, pode deixar de ser militante e em seguida deixa de ser parlamentar, essa dualidade, entre a base e a cúpula contribui para avanços. A perda desses dois lados do Partido faz com que se desestruture o PSOL, o PSTU e o PCB; o que está na mesa é o futuro da esquerda, assim como outras crises históricas da esquerda em degeneração precisamos manter as estruturas de esquerda, casos contrários estão perdendo tempo. Fundir e ou disfundir, soldar ou dês-soldar, juntar ou separa. Essa crise é mais por falta de decisão do que propriamente uma decisão, neste sentido ir para a direita é uma tentativa em enxergar o que é de esquerda, sabemos o não queremos, precisamos saber o que queremos¿ na realidade até sabemos o que queremos! A realidade conservadora exige uma transição cada vez mais minúscula e simplória que dificulta enxergar algo de esquerda, então o negocio e abandonar a idéia de esquerda. Tudo o que gostaria é que se construa a esquerda e se não for com essas três siglas teremos que construir outra, que represente de fato como ferramenta da classe dos trabalhadores. É a práxis que vai dizer se somos à esquerda ou devemos esperar por outra, ou seja, construir outra esquerda, na realidade a espera é uma nova luta, em fazer o que foi feito em 2003 a 2005 meio milhão de assinaturas. Será que temos medo em fazer essa tarefa novamente, ou podemos cair no eterno refundar à esquerda, pois a nossa prática no coletivo fica fragmentada, ou simplesmente não conseguimos enxergar o que já foi feito, ou estamos numa eterna auto sabotagem. Fica a pergunta somos a Esquerda ou devemos esperar por outra sigla¿ Agir a longo prazo é um risco para o PSOL, PSTU e PCB, uma ação para 2011 poderia ser transformar esses três partidos em uma sigla PSCB, ou simplesmente SOCIALISMO!
Para tudo que se queira fazer é preciso coragem, já que quem dita as regras são os que estão no poder se eles estão organizados em cerca de vinte e seis partidos entre base aliada, base financiada e base de aluguel. O PSOL poderá lançar Heloisa Helena ou mesmo Plínio de Arruda Sampaio poderá ter o Mesmo desempenho que o PSOL já teve e avançar como alternativa com PSTU e PCB. É certo que Sampaio não apóia nem Serra e nem Dilma, Ciro ou Marina. Mas por outro lado cerca de descêsseis partidos vão pender para os lados que forem mais convenientes para se obter cargos. Outros partidos nanicos certamente entrarão na disputa se não para eleger presidente, mas para eleger deputados federais. É certo que não dá para dizer quem é o presidente a partir de 2011, e nem que não vai ter segundo turno. Ou ainda não dá para dizer que vai ter renovação no congresso nacional e nos parlamentos estaduais. Se vamos ter novas personalidades em Brasília ou as mesmas continuarão lá, isso só depois que forem contados os votos, a eleição se decide no voto, à gestão democrática essa depende de quem está lá no poder. O controle social das ações dos nossos representantes está longe se ser umas realidades, precisam sensibilizar muitas pessoas para que aconteça renovação. Essa consciência que se espera precisa ser acordada a partir das necessidades reais da sociedade e das demandas da população. Se a Frente de Esquerda e ou frente Classista não tomar atitude em fundir, juntar, colar em um convergência unificadora respeitando a diversidade de libertários (anarquistas) e ou anarcos socialistas, socialistas, comunistas, e sociais democratas. No todo é o que somos uma mistura e tudo isso ao mesmo tempo. A decisão da majoritária sobre a totalidade que somos como parte da sociedade, que faz disputar o poder. Em detrimento da maioria da população que é explorada, dominada. A questão é vamos mudar alguma coisa ocupando o espaço de poder ou vamos manter tudo como está.
Osni Valfedo Wagner
Estruturalismos e reestruturalismos: A moda pegou a nova esquerda em refundar, refundar o que acaba ter ser fundado, esse eterno dilema refundar e ou restruturar, como se fosse tudo simples, uma coisa complexas e que leva tempo para estruturar.
As estruturas que os governos têm hoje é de partidos de direita, distribuição de cargos e funcionários compra de votos em mensalões, bocas de urnas e ai pra fora. Com os episódios de Luciana Genro em fazer aliança com a direita, e o dinheiro do privado, demonstra que as estruturas dos nossos partidos estão no mesmo caminho dos atuais governos. Será que não temos capacidade em criar algo diferente das politicagens tradicionais, dos clientelismos e populismos enraizados na nossa cultura do paternalismo, do clientelismo. Essa estrutura podre do poder do centralismo, do patrimonialismo que vigora tanto na ‘real politiquismo’ de um brasileirismo, do profissionalismo, do imediatismo. Refundar o que¿ Reestruturar o que¿ Penso que precisamos refundar à esquerda nesse país antes de mais nada, parar de brincar de esquerda, justificar o que se faz ou fazer de conta que se é vanguarda; Reestruturar a esquerda brasileira é urgente! Os trabalhadores estão desprotegidos, com os governos que não vêem saída para resolver os paradigmas da classe; Vejo as mesmices com cara de novo, se é para fazer o que a direita faria sozinha deixa que ela faça por si. Temos soluções paliativas e daí se entende o porquê em parte Heloisa Helena para defendê-la a Luciana Genro e logo em seguida Marina Silva, e pouco antes tinha dito que o PT e o Governo Lula tinham avanços, não quero dizer que podemos considerar todas essas hipóteses. O que é péssimo é a tática em perder a possibilidade em avançar com o a Frente de Esquerda alias em 2006 a personalismo do helenismo propunha aliança com PDT à chamada aliança democrática, o PSOL nasce nessa dualidade parlamentar e militante, pode deixar de ser militante e em seguida deixa de ser parlamentar, essa dualidade, entre a base e a cúpula contribui para avanços. A perda desses dois lados do Partido faz com que se desestruture o PSOL, o PSTU e o PCB; o que está na mesa é o futuro da esquerda, assim como outras crises históricas da esquerda em degeneração precisamos manter as estruturas de esquerda, casos contrários estão perdendo tempo. Fundir e ou disfundir, soldar ou dês-soldar, juntar ou separa. Essa crise é mais por falta de decisão do que propriamente uma decisão, neste sentido ir para a direita é uma tentativa em enxergar o que é de esquerda, sabemos o não queremos, precisamos saber o que queremos¿ na realidade até sabemos o que queremos! A realidade conservadora exige uma transição cada vez mais minúscula e simplória que dificulta enxergar algo de esquerda, então o negocio e abandonar a idéia de esquerda. Tudo o que gostaria é que se construa a esquerda e se não for com essas três siglas teremos que construir outra, que represente de fato como ferramenta da classe dos trabalhadores. É a práxis que vai dizer se somos à esquerda ou devemos esperar por outra, ou seja, construir outra esquerda, na realidade a espera é uma nova luta, em fazer o que foi feito em 2003 a 2005 meio milhão de assinaturas. Será que temos medo em fazer essa tarefa novamente, ou podemos cair no eterno refundar à esquerda, pois a nossa prática no coletivo fica fragmentada, ou simplesmente não conseguimos enxergar o que já foi feito, ou estamos numa eterna auto sabotagem. Fica a pergunta somos a Esquerda ou devemos esperar por outra sigla¿ Agir a longo prazo é um risco para o PSOL, PSTU e PCB, uma ação para 2011 poderia ser transformar esses três partidos em uma sigla PSCB, ou simplesmente SOCIALISMO!
Para tudo que se queira fazer é preciso coragem, já que quem dita as regras são os que estão no poder se eles estão organizados em cerca de vinte e seis partidos entre base aliada, base financiada e base de aluguel. O PSOL poderá lançar Heloisa Helena ou mesmo Plínio de Arruda Sampaio poderá ter o Mesmo desempenho que o PSOL já teve e avançar como alternativa com PSTU e PCB. É certo que Sampaio não apóia nem Serra e nem Dilma, Ciro ou Marina. Mas por outro lado cerca de descêsseis partidos vão pender para os lados que forem mais convenientes para se obter cargos. Outros partidos nanicos certamente entrarão na disputa se não para eleger presidente, mas para eleger deputados federais. É certo que não dá para dizer quem é o presidente a partir de 2011, e nem que não vai ter segundo turno. Ou ainda não dá para dizer que vai ter renovação no congresso nacional e nos parlamentos estaduais. Se vamos ter novas personalidades em Brasília ou as mesmas continuarão lá, isso só depois que forem contados os votos, a eleição se decide no voto, à gestão democrática essa depende de quem está lá no poder. O controle social das ações dos nossos representantes está longe se ser umas realidades, precisam sensibilizar muitas pessoas para que aconteça renovação. Essa consciência que se espera precisa ser acordada a partir das necessidades reais da sociedade e das demandas da população. Se a Frente de Esquerda e ou frente Classista não tomar atitude em fundir, juntar, colar em um convergência unificadora respeitando a diversidade de libertários (anarquistas) e ou anarcos socialistas, socialistas, comunistas, e sociais democratas. No todo é o que somos uma mistura e tudo isso ao mesmo tempo. A decisão da majoritária sobre a totalidade que somos como parte da sociedade, que faz disputar o poder. Em detrimento da maioria da população que é explorada, dominada. A questão é vamos mudar alguma coisa ocupando o espaço de poder ou vamos manter tudo como está.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Segundo Congresso Nacional do PSOL em 2009
Vídeo apresentado no Segundo Congresso Nacional do PSOL em 2009 apresenta através da exibição de fotos conduzida pela música Alvorada de Cartola, as atividades feitas pelo partido no primeiro congr...
domingo, 27 de dezembro de 2009
Partido Socialista (Portugal)
Partido Socialista (YouTube)
O PS é um grande partido!
Uma grande força nacional!O PS é o guardião da democracia e da liberdade por excelência!
Existem partidos, em Portugal, que se dizem democratas, mas esses mesmos partidos são democratas por simples conveniência!Esses partidos de direita nem sequer gostam de festejar o dia 2 ...
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