segunda-feira, 21 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Pré - Candidatura a Vereador Osni Valfredo Wagner
Participe, conto com você!
PSOL uma opção para Blumenau!
Fonte: http://www.youtube.com/embed/O744mAEJ4Js
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A Frente de Esquerda na França e o resgate da militancia anti-capitalista
A militancia espontânea que faz a política da convicção
A Frente de Esquerda na França resgata a militancia anti-capitalista
Por P. Marques
Neste final de semana a França realizará eleições presidenciais. O atual presidente,o direitista Nikola Sarkozi,encerra seu mandato de 7 anos sem deixar saudades para o povo francês. Conforme as pesquisas de opinião, há uma forte probabilidade de derrota de Sarkozi no segundo turno e retorno do PS( social democratas) ao poder com Holande, atual secretário Geral do partido. O último mandato do PS a frente do governo foi na década de 90 com Lionel Jospin. A grande novidade deste processo, no entanto, não está na possibilidade de retorno dos sociais democratas ao governo, mas sim na candidatura da Front Gauche(Frente de Esquerda) formada por um conjunto de pequenas orgaqnizações de esquerda e o Partido Comunista que apresentaram Jean Luc Melénchon, ex membro da esquerda do PS, como candidato. Melénchon vêm realizando algo que a muito não se via na França ou em qualquer país da Europa que é a mobilização de militantes de esquerda para uma uma campanha eleitoral. A crise profunda da democracia representativa e por conseguinte dos partidos políticos é uma realidade na Europa hoje. A palavra de ordem dos "indignados" de "Não nos representam" é direcionada para os partidos tradicionais e significa a negação da política como ela é, ou seja, um jogo com regras imutáveis onde o vencedor é sempre o capital. O fracasso da Social democracia assim como a fragilidade dos partidos de esquerda radical, pelo seu sectárismo, não apresentam alternativas no campo da política institucional em diversos países da Europa. Esse quadro parece que se diferencia na França onde a Frente de Esquerda soube muito bem expressar a indignação com a política tradicional e com a grave crise do sistema capitalista, identificando claramente quem é o inimigo de classe dos trabalhadores.
CDU de Merkel ganha eleições em Schleswig-Holstein, mas esquerda com mais mandatos
Os democratas-cristãos (CDU) da chanceler alemã Angela Merkel venceram hoje as eleições em Schleswig Holstein, com escassa vantagem sobre os sociais-democratas do SPD, mas a esquerda poderá ter maioria absoluta para formar o futuro executivo regional.
A CDU obteve 30,5 por cento dos votos, o SPD 29,5 por cento, os Verdes 14 por cento e os Liberais do FDP, parceiros da CDU no atual governo em Kiel, 8,5 por cento, segundo uma primeira projeção da televisão pública ARD logo após o encerramento das urnas de voto, às 18:00 locais (17:00 de Lisboa).
O Partido dos Piratas, que apresentou candidatos pela segunda vez neste `land`, obteve, ainda segundo a ARD, oito por cento, mais 6,2 pontos percentuais do que em 2009, e elegerá, pela primeira vez, deputados nesta região no extremo norte do país, depois dos sucessos averbados em Berlim e no Sarre.
Já os neocomunistas do Die Linke caíram para 2,5 por cento, depois de terem entrado pela primeira vez no hemiciclo regional, em 2009, com seis por cento dos votos, o que significa que perderão todos os mandatos.
A confirmarem-se estes resultados, o fiel da balança será a Associação de Eleitores do Sul de Schleswig (SSW), partido da minoria dinamarquesa, que somou 4,5 por cento e anunciou, durante a campanha eleitoral, que apoiaria um executivo formado pelo SPD e pelos Verdes.
O SSW aceitou também participar no próximo governo deste `land` e, se tal suceder, será a primeira vez que uma minoria étnica estará representada num governo da Alemanha.
Partidos pró-austeridade não conseguem maioria na Grécia
7 MAIO, 2012 - 15:41
Alexis Tsipras na declaração da noite eleitoral. Foto Orestos Panagioutu/EPA
A imprensa internacional fala em reviravolta na Europa e, olhando para a Grécia, não é para menos. O resultado das eleições gregas representa um autêntico terramoto político: os dois partidos da troika (Nova Democracia e PASOK) sofreram uma queda acentuada em relação às eleições de 2009, com os socialistas a baixarem 30% (menos 2.182.019 votos) e os conservadores 14% (1.107.670 votos). Com 95% dos votos contados, os resultados mostram que os partidos da austeridade não conseguiram a maioria, tendo obtido 32,05%, conseguindo 149 dos 300 deputados do Parlamento (a desproporção entre a percentagem e o número de deputados explica-se por um “bónus” que dá 50 deputados extra ao partido vencedor).
A queda estrondosa da Nova Democracia e do PASOK, que ainda nas últimas legislativas de 2009 tinham obtido 77% dos votos, foi contrabalançada por uma espectacular subida do Syriza, coligação de esquerda radical. A coligação Syriza, que se opõe ao memorando da troika, confirma-se como a segunda força política grega e a primeira da esquerda, tendo quadriplicado o número de votos desde a última eleição, conseguindo mais 740.684 votos e 52 lugares no palamento.
Fontes: http://www.esquerda.net/node/23040
terça-feira, 8 de maio de 2012
CONCEPÇÕES DE SOCIALISMOS
Como conceber a sociedade de interesse dos trabalhadores, desafio que os próprios trabalhadores devem buscar entender e lutar para melhorar as condições de vida.
Essas concepções de socialismo não aparecem do nada o conhecimento deve ser perseguido, uma busca incessante. Aprender com os erros dos que já tentaram a superação com sabedoria e inteligência.
“A superação e não a ruptura se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, pelo contrário, continuando a ser curiosidade, se criticiza.” (PAULO FREIRE, 1996, p. 31).
De concreto temos a crítica, parece pouco, mas a partir dela, existem possibilidades de avançar. Sem a crítica não vamos a lugar nenhum, mas só com a crítica também não se tem muita coisa.
A práxis é o que possibilita novas concepções de sociedade e o que perseguimos é a sociedade socialista, para tanto é preciso abraçar a pedagogia crítica.
Abarcando essas três questões: crítica, teoria e prática (práxis) podem passar para a quarta questão observando a realidade e a conjuntura. O que um trabalho pedagógico crítico revoluciona a sociedade de fato¿
A centralidade na classe trabalhadora permite-nos avançar em rumo a uma sociedade justa, humana e mais civilizatória da que vivemos. A cientificidade uma vez aplicada a partir das necessidades.
Quais concepções de socialismo precisaram ter para alcançar o objetivo da classe trabalhadora, para obter uma vida digna e justa dentro dos conceitos de justiça da classe trabalhadora¿
A mobilização da classe trabalhadora para emergir outro mundo possível tem seus contratempos e dificuldades. Devemos entender a realidade que vivemos e o papel que exercem cada instituição.
A mobilização da classe trabalhadora a partir das ferramentas de transformação sindical, populares e partidária é um desafio instigante, mas é preciso conhecimento e esforço coletivo para construir relações sociais que estruturem o novo.
Esse novo precisa ser debatido profundamente entre anarquistas, socialistas e comunistas. Mesmo que o caminho possa diferenciar um pouco de como se chega à sociedade da classe trabalhadora, precisamos confiar em grupos de debate permanentes.
Organizar grupos de debates permanentes que avancem na práxis revolucionária é útil e necessário, bem como travar a guerra de movimento com os conservadores mostrando a eles que existem reacionários que impedem a classe trabalhadora de viver melhor.
Nesse sentido de viver melhor a religião abre espaço para o dialogo em se ter vida e em abundância ou seja aliar aos projetos de vida e não aos projetos de morte com financiamentos dos movimentos sociais e eleições partidárias.
O ditado popular de que os inteligentes sofrem por aprenderem com seus próprios erros e os sábios são aqueles que aprendem com os erros dos outros, oxalá que sejamos sábios em conseguir errar menos possível.
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