sábado, 3 de julho de 2010

Conclat - Manifesto conjunto acerca do conclat e propostas

Manifesto acerca do Congresso da Classe Trabalhadora - Conclat - e sua recomposição Em reunião nacional ampliada, realizada no dia 26 de junho de 2010, na cidade de São Paulo, dirigentes de sindicatos e movimentos populares da Intersindical, Unidos Prá Lutar, Terra Livre, MAS, Pastoral Operária Metropolitana de S Paulo, TLS e setores independentes de diversos sindicatos, debateram os fatos que se deram no Conclat e os signatários consideram: 1. A necessidade de resistir à ofensiva dos governos e dos patrões, em um cenário no qual as diversas centrais sindicais brasileiras aderiram à política que garante a manutenção da ordem capitalista - atuando como porta-vozes do governo federal e aliados - torna imprescindível a construção de um novo instrumento de luta da classe trabalhadora: uma central sindical e popular, reunindo o conjunto dos que vivem do trabalho. 2. Que a central precisa ser construída aglutinando amplos setores da classe, para lutar e intervir na vida real em defesa dos direitos, das condições dignas de vida e trabalho e buscar transformar a realidade brasileira. Para isso, essa central a ser construída deve estabelecer e resguardar, em sua política e funcionamento, alguns princípios fundamentais. Em primeiro lugar, deve respeitar a independência e autonomia de classe. Este respeito deve refletir-se na independência e autonomia em relação aos governos, aos patrões e também aos partidos políticos. Se não é independente é dependente! Sem isso, pode tomar-se natural passar por cima das necessidades da classe e voltar-se aos interesses dos indivíduos e forças políticas que ocasionalmente dirigem a central. Em segundo lugar, a nova central deve funcionar respeitando a democracia operária. Não se pode confundir democracia operária com democracia representativa, principalmente sem representação da base para tomar decisões acerca de questões não debatidas amplamente. A democracia operária não é um princípio que se traduz na vitória burocrática de uma maioria pontual sobre uma minoria eventual, particularmente quando da fundação de um novo instrumento. Nesta situação deve-se buscar a construção de consensos e, quando estes não se fizerem possíveis, deve tomar decisões com base em maioria qualificada. Nesse momento de profundas dificuldades para reorganizar os trabalhadores e trabalhadoras em torno de projetos comuns de enfrentamento ao capitalismo, quando a fragmentação e a fragilidade das lutas aprofundam as desconfianças, construir as decisões de forma unitária é absolutamente necessário. Em terceiro lugar, acreditamos que deva haver compromisso com a ampliação da luta e da unidade na ação cotidiana, em todo o País. Para lutar na defesa dos direitos e das reivindicações imediatas e históricas é necessária a conformação de um campo mais amplo, através de um fórum nacional de mobilizações, que sem ser orgânico, possa aglutinar os mais diversos movimentos para ampliar a luta social no Brasil. Por último, acreditamos que a construção de uma central nova deva envolver a diferenciação simbólica com as experiências anteriores. Para nós, a nova central deve passar ao conjunto da classe trabalhadora a mensagem de que representa, de fato, algo novo no cenário nacional. A superação das experiências constituídas nos últimos anos deve estar espelhada em cada um dos símbolos de uma central sindical e popular que se propõe a representar, aglutinar e organizar os trabalhadores e trabalhadoras. Tínhamos uma enorme expectativa em relação ao Congresso da Classe Trabalhadora que se realizou em Santos, nos dias 5 e 6 de junho. A presença de milhares de ativistas, que organizaram o debate com outros milhares de trabalhadores e trabalhadoras na base e se fizeram presentes ao Conclat, parecia ser a garantia de um processo vitorioso de construção de uma nova central. Mas inúmeros problemas se estabeleceram ao longo do processo de debates, revelando a incapacidade política de uma construção unitária, não excludente. A forma como foi encaminhado o congresso foi, consciente ou inconscientemente, preparada para mostrar um lado “vencedor” e outro lado “perdedor”. Mas nenhuma foi tão crucial quanto a imposição do nome da central, que foi a gota d’água. Qualquer nome seria aceito, exceto o que expressava a justaposição de apenas duas experiências que apesar de importantes, mas limitadas e insuficientes, se esforçaram, com outros setores para construir uma unidade maior. Muitas organizações participaram do processo de construção do congresso. Sete organizações se colocaram como convocantes. Destas, cinco eram contrárias ao nome imposto sem nenhum debate nos dois seminários nacionais, nos mais de 25 seminários estaduais, nem tampouco nas centenas de assembléias de base que reuniram os trabalhadores e trabalhadoras para delegar representação para o congresso. Mesmo na Conlutas, muitos companheiros e companheiras eram contrários a esta imposição burocrática. Os impasses que se tornaram mais evidentes ao “final” do Congresso dizem respeito a diferenças na concepção de central e, principalmente, diferenças na concepção de democracia operária, das quais a polêmica sobre o nome foi apenas a expressão formal. Isso não é insignificante, é fundamental e por isso travou a continuidade do processo. Com este nome ficou demonstrado que se tentava impor ali não uma nova organização, mas sim a mesma organização – nitidamente insuficiente para a luta de classes. O desfecho do Congresso foi uma derrota para a classe trabalhadora. Os mais de 40% que saíram, o fizeram porque diante destes fatos não estavam garantidas as condições para fundar uma nova central com funcionamento efetivamente democrático. Avaliando estes elementos, acreditamos que a construção de uma nova central sindical e popular não se encerrou neste Congresso da Classe Trabalhadora. Trata-se ainda de um processo em curso. E, apostando neste processo, acreditamos que a recomposição de todos os setores que convocaram o Conclat rumo à unidade em uma mesma central sindical e popular passa basicamente por: 1.Sobre o nome: nossa proposta é Central Sindical e Popular. Estamos dispostos a aceitar outros nomes, desde que sejam nomes e logotipos novos que expressem o processo de ampliação necessário para uma central classista. 2. Funcionamento democrático:a) Funcionamento com base em decisões consensuais, constituição de acordos.b) Discutir o funcionamento da central em todos seus níveis e estruturações sob esta base.c) Questões de princípios e de concepção não vão a voto.d) Em última instância, esgotado o debate e verificada a impossibilidade de consenso, garantir quórum qualificado de 2/3 para decisões políticas.3. Composição da Secretaria Executiva, Suplentes e Conselho Fiscal- Composição destas instâncias expressando os 40% que este campo representa no Conclat, com base no acordado no congresso (executiva de 27 efetivos e 08 suplentes, 03 efetivos e 03 suplentes do Conselho Fiscal), respeitando o critério da proporcionalidade direta e qualificada;4. Estatutosa) Reafirmamos todos os consensos e encaminhamentos definidos até o momento da imposição da votação do nome. Não reconhecemos o que foi votado após este momento, inclusive a votação do nome. O que não foi acordado/discutido nas negociações, ou foi aprovado após nossa saída, será submetido a processo de debate com definição consensual até o final de 2010. b) Necessidade de regulamentar como se dará a participação dos estudantes e dos movimentos contra a opressão no congresso e em todas as instâncias, de forma a garantir o respeito ao limite de 5% da soma de seus representantes.c) As coordenações estaduais indicarão executivas estaduais provisórias até a realização de congressos estaduais.Ressaltamos que qualquer que seja o resultado do processo de recomposição, o debate com o conjunto das nossas entidades de base e militância é elemento fundamental para cada passo e qualquer definição.Apontamos a necessidade de unificar as campanhas salariais e reafirmamos nosso apoio às greves, como a do judiciário paulista, nossa mobilização contra a mudança do Código Florestal que visa ampliar a devastação ambiental, nossa participação no Grito dos Excluídos e no plebiscito popular pela limitação da propriedade rural. É preciso retomar o debate sobre a questão da dívida pública, e defender a reforma urbana através de investimentos vigorosos na estrutura urbana. Reafirmamos a necessidade de lutar: pelo fim do fator previdenciário; contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza; contra a precarização, lutando pela redução da jornada de trabalho e o fim da terceirização; pela valorização do serviço público, combatendo o congelamento dos investimentos e dos salários e as diversas formas de privatizações. INTERSINDICALUNIDOS PRÁ LUTARTLSMESINDEPENDENTES

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ANTONIO JACINTO ÍNDIO
(61) 8150-9670 / 8214-7340 / 8613-4530(61) 3041-5877

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Veja nominata de candidatos do PSOL para as eleições 2010

Segue abaixo a lista oficial de candidatos do PSOL para as eleições 2010.
GOVERNADORProfessor Valmir MartinsVice: Marcos Alves Soares
SENADOR
Paulo Afonso Piovezan
Suplentes: Hartmut Kraft (Blumenau) e Cesar Regis (Florianópolis)
Deputados Estaduais
Aldir Floriano BIGUAÇUAndré Pacheco BRUSQUEAníbal Nunes Pires FLORIANÓPOLISCésar Régis FLORIANÓPOLISCristiano Florêncio ITAPEMADari Diehl BLUMENAUGilson Vieira ITAJAÍJosé Salvador MAFRANelson Scapini GOV. CELSO RAMOSNestor Ribeiro LAGESTânia Ramos FLORIANÓPOLISVitalino Ramos CONCÓRDIAWillian Conceição JOINVILLE
Deputados FederaisIvan Rocha JOINVILLELeonel Camasão JOINVILLEGert Schinke FLORIANÓPOLISNilton Junior CRICIÚMA


Fonte: http://www.psolsc.org.br/noticias/veja-nominata-de-candidatos-do-psol-para-as-eleicoes-2010.html

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Emissários submarinos são desnecessários,

por Gert Schinke*
No artigo publicado nesta coluna, o Presidente da CASAN, Sr. Walmor de Luca,
ressalta um suposto “desconhecimento sobre o funcionamento dos emissários
submarinos”. Apressada conclusão. Sofisma 1: afirma ele que constituem um
“tratamento adequado”. Os emissários NÃO SÃO equipamentos de tratamento de
esgotos, mas emissores de efluentes já tratados, supostamente bem tratados, quesito
no qual a companhia que dirige se mostra precária. Sofisma 2: afirma que as águas
marítimas têm a “magnífica capacidade de autodepuração ao promoverem a diluição,
dispersão e a decantação de cargas poluentes”. Parte ele da premissa, portanto, que
os esgotos não estão devidamente bem tratados ao serem lançados, embora mais
adiante afirma que as futuras ETEs do Campeche e de Ingleses darão tratamento
secundário e terciário aos mesmos. Infere-se, pois, que serão inertes, não acarretando
poluição. Mas, se não causarão poluição, porque lançá-los no mar? Não seria mais
lógico dispersar esta água doce tratada nas cabeceiras dos rios próximos as ETEs,
realimentando os lençóis freáticos para fechar o ciclo? Assim os emissários seriam
dispensados. Nos brinda com o silogismo: “em Laguna um emissário funciona há mais
de 10 anos sem causar quaisquer problemas de balneabilidade”. Logo, em
Florianópolis, também não causará problemas. A questão não se resume a
baleabilidade, mas sim ao impacto global na orla, já por demais afetada. A premissa
nos induz a crer que o mar ainda suporta impactos, desde que suaves, na contramão
do que o mundo apregoa – deixá-lo em paz. O modelo centralizado proposto pela
CASAN, é o fator determinante para a concentração dos efluentes e só interessa às
empreiteiras, aos atores políticos envolvidos e às empresas avessas ao
monitoramento de seus resultados. Mutatus mutandis, no modelo descentralizado,
os efluentes são totalmente absorvidos lá onde a natureza pode realizar esse serviço
ambiental. E de graça. Ecologicamente sustentável e valendo-se da
complementaridade de sistemas de tratamento, respeita as bacias hidrográficas, é
menos energívoro, além de ser, em muitos casos, mais barato. Em paródia, tomara
que Florianópolis jamais chegue onde o Rio de Janeiro e outras capitais já estão há
muito tempo. Aqui poderíamos fazer melhor.
*ecologista

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Fundador do PT, em greve de fome, é atendido pelo serviço médico da Câmara


Brasília - Um dos fundadores do PT nacional, Manoel da Conceição, que faz greve de fome junto com o deputado Domingos Dutra (PT-MA), passou mal na noite de ontem (15) e foi atendido no Departamento Médico da Câmara.
Ele tem sido acompanhado pela equipe médica da Câmara e por assessores, que monitoram sua saúde. Há cinco dias, Manoel da Conceição iniciou a greve de fome em protesto contra a intervenção do diretório nacional do partido no Maranhão.

O PT nacional decidiu apoiar a candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do estado e anular a decisão do diretório estadual em favor da candidatura do deputado Flávio Dino (PCdoB).

Flávio Dino pediu a Manoel da Conceição que acabe com a greve de fome. "Ele tem 75 anos, é um herói da luta contra a ditadura, fundador do PT. Está doente, pode morrer a qualquer momento", disse.

Manoel da Conceição foi preso, torturado e exilado durante a ditadura militar. Teve uma perna amputada porque foi alvo de tiros da polícia na época.

"Só saio daqui para o cemitério, ou se o PT suspender a decisão que tomou. Enfrentei 20 anos de ditadura, não vou enfrentar isso?", disse o militante.

Desde sexta-feira (11), o deputado Domingos Dutra está no plenário da Câmara bebendo apenas água mineral e água de coco. Ele dorme em um colchão e usa o banheiro dos servidores da limpeza. Dutra disse que já emagreceu mais de três quilos no período.

"Nunca fui de comer muito mesmo", afirmou.

16/06/2010

Priscilla Mazenotti é repórter da Agência Brasil
http://www.socialismo.org.br/portal/politica/48-noticia/1564-fundador-do-pt-em-greve-de-fome-e-atendido-pelo-servico-medico-da-camara

quinta-feira, 10 de junho de 2010

MOSAL- CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKô







deraquel macruz
pararaquel macruz

data10 de junho de 2010 10:36
assunto MOSAL- CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKO
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OLÁ A TODOS!!!!

O MOSAL ATINGIU OS OBJETIVOS ESPERADOS COM A CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO KIKOKÔ NA PRAIA MOLE NO ÚLTIMO DIA 23 DE MAIO!!!!
DISTRIBUÍMOS 1000 FOLHETOS EXPLICATIVOS DA QUESTÃO DOS EMISSÁRIOS NA ILHA E A EQUIPE SE ESMEROU, CONVERSANDO E ESCLARECENDO A TODOS SOBRE A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DESCENTRALIZADO DE SANEAMENTO PARA A PRESERVAÇÃO DE NOSSAS ÁGUAS E SAÚDE NA CIDADE- SEM GRANDES ETES E EMISSÁRIOS!.

A MAIORIA QUE LÁ SE ENCONTRAVA NÃO TINHA CONHECIMENTO SOBRE O PROBLEMA!



UM BEIJO A TODOS

RAQUEL




http://www.sulboard.com.br/portal/?c=noticias.noticia&cod=120

sábado, 5 de junho de 2010

Suspenso o corte de cinco árvores na Beira Rio‏

Cinco árvores apenas são mantidas na Beira Rio simbolicamente um questionamento do avanço do poder econômico sobre a natureza. A cidade de Blumenau está construindo sua próxima crise sócia ambiental, quando vai ter 500 ou 700 mm fluviais pluviométricos, ninguém poderá saber. Mas que o que se está fazendo em torno da cidade, desrespeitando limites ambientais está cada vez mais intensificado, o que se viu em 1983, obteve numericamente um aumento significativo de dois mil desabrigados para mais de sete mil diretamente atingidos pelos diversos eventos. Todas as situações apresentadas em dois mil e oito, parece estarem adormecidas na memória, como ideologia dominante, de algo que não vai mais acontecer. Esquecer o fato não faz com que desapareça por si só o problema, que o trabalho é a garantia da recuperação no sentido de se resolver de imediato. Mas a mesma ação motivada, pelo fazer puro, de tem que fazer, sem planejamento, e nem levando em conta a realidade concreta, essas racionalidades teocêntricas, antropocêntricas estão escondendo a realidade, uma nova concepção de relação social e ambiental, é a centralidade ambientais ecocentricas. Ação ecocentica baseada em concepções de relações sociais e ambientais, esse fato sócio ambiental novo, em que diminua as diferenças de classe. Racionalidade ecocentrica de ação ambientalista e de fato o ser humano novo, propiciando o equilíbrio e o respeito aos limites ambientais. A cidade está incerida no sistema capitalista, e como tal rege-se pelos interesses dos mesmos, como convencer gente sedenta de lucro para si, em incorporar os limites ambientais¿ Quantas árvores foram cortadas para que as nossas casas possam existir como ponto fixo de nossas caixas postais¿ morarem e morar bem é uma máxima do capitalismo, um bom bairro, não importando para esse consumo ideal se estamos sacrificando nascentes, árvores ou fauna além da flora natural do bioma da floresta atlântica.
50 mil coliformes fecais no Rio Itajaí – Açu ...




O que poderá acontecer com a Beira Rio - 'desastre' é o que


De: janilson (janilson.loterio@terra.com.br)
Na data de ontem, 03 de junho, foi presenciado pela ACAPRENA o corte de 5 árvores, entre elas dois ipês-roxos árvore-símbolo de Blumenau, próximas à ponte do Castelinho na Beira Rio, o que resultou num embargo imediato pela Polícia Militar a pedido do Ministério Público Estadual.

Devido à isso a Promotoria estadual convocou reunião para hoje a tarde, 04 de junho de 2010, na qual estiveram presentes: promotor do Ministério Público Estadual Dr. Luciano T. Naschenweng, Dr. Ricardo Donini Procurador da República, Leocarlos Sieves presidente da ACAPRENA, Robson Tomazoni presidente da FAEMA e o Capitão Alexsandro Cravo Kalfeltz da Polícia Ambiental.

Nesta reunião decidiu-se pela proibição total de qualquer corte de árvore na Avenida Beira Rio. Tal deliberação será fiscalizada pela FAEMA e Polícia Ambiental.

domingo, 4 de abril de 2010

Bom senso a esquerda brasileira...

Bom senso a esquerda brasileira...

O Partido Socialismo e Liberdade têm um papel muito importante neste momento histórico no Brasil.
Precisamos do bom senso em construir a união necessária para fortalecer a classe trabalhadora brasileira, latino americana entre outras.
Somos exemplo de participação, mas precisamos lutar na interna para que sejamos democráticos para manter na sigla liberdade, para que não seja só uma palavra.
Ainda temos chances em acertar o caminho do PSOL, podemos fazer os acertos partidários, não significa que vamos acertar ou errar na eleição.
As bases foram escutadas, poderiam se organizar caso não o fez, precisam ser chamadas a atenção, por terem falhado.
Culpar simplesmente a cúpula do partido, não que não tenham parcela, mas precisamos observar a realidade.
Lutar para construir a base nos movimentos populares é algo que vai trazer novos desafios em compartilhar o espaço partidário, a APS veio para ficar outras novas aglomerações virão e teremos não novas crises mas sim novos desafios (em acomodar as aboboras na carroça) ou seja dificuldades, desafios em afinar os debates e concepções os trabalhadores deverão conseguir para poder avançar.
Caso não consigamos nos auto governar vai ser nossa própria ruína, não significa que x ou y farão o que querem, mas sim deverão fazer o que é de interesse da classe trabalhadora, essa é a máxima e devemos perseguir neste sentido.
Com PSTU e PCB outros partidos como o PCO e PNN poderão vir com a gente deveremos ter sabedoria e bom senso.
Quais avanços poderão conseguir em 2010¿ por outro lado cada decisão e ação coletiva do PSOL nesta eleição vão definir as próximas atitudes em nossas atividades partidárias.
Construir o PSOL como ferramenta dos trabalhadores é o desafio que o Partido Socialismo e Liberdade – PSOL deve perseguir.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=93514744&tid=5455943114139500125&na=4